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8 arrepiantes histórias de canibalismo

Canibalismo é o ato em que uma pessoa come o corpo, ou partes, de outro indivíduo da mesma espécie. Essa prática é comum durante rituais satânicos, quando indivíduos são sacrificados para um deus e os adeptos acabam comendo a pessoa porque acreditam que vão receber a força e o seu poder.

Os canibais mais conhecidos foram os astecas, que sacrificavam e comiam guerreiros de outras tribos. Atualmente essa prática é crime sob a condenação de mutilação e profanação de cadáver. Porém, esse ato continua sendo feito por muitas pessoas em todo mundo. Confira abaixo 8 histórias horripilantes sobre canibais

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7 modificações corporais de culturas ao redor do mundo que são bizarras

Os hábitos culturais de um povo definem seu jeito de agir, pensar e interagir com a sociedade e o ambiente ao seu redor. Além disso, é natural que vestimentas, adornos corporais ou estilo pessoal também sejam completamente definidos por valores gerados desses hábitos.

No caso de alguns povos específicos, os hábitos podem ser considerados estranhos ou bizarros para quem vem de culturas como a nossa, de uma linhagem ocidental com origens europeias. Para tribos que se apegam a raízes mais primitivas, alterar o corpo pode dizer muito sobre condição social ou papel dentro de um grupo.

Conheça alguns dos métodos de modificação corporal completamente comuns para certos povos que podem parecer chocantes para você.

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Teorias da conspiração absurdas, mas que se mostraram reais

Todo mundo gosta de uma teoria da conspiração. Elas são misteriosas, dão a sensação de que algo muito perigoso e muito secreto está acontecendo em todos os lugares. Tira da vida o acaso, substituindo-o por uma trama complexa de acontecimentos programados. O problema é que a maioria das teorias ficam aí, na teoria. Ninguém prova, quem tenta provar costuma ser tachado de louco (ou bobo) e ficamos por aí mesmo. Mas e as conspirações comprovadas? Elas existem e deixam uma sensação dúbia: ao mesmo tempo em que é legal ver que a realidade tem dessas coisas, é estarrecedor constatar que por trás do mistério quase sempre repousa uma história triste (e real) de covardia, exploração e sordidez.

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A verdadeira história por trás do vídeo “Obedece a la Morsa”

O vídeo surgiu na internet em 2007 e diziam que ele continha mensagens subliminares de uma suposta organização satânica de travestis ou transexuais chamado The Walrus que “tentaram” propagar estas mensagens.

Você pode assistir abaixo o vídeo “Obedece a la Morsa”? Um aviso, vai ficar com medo… Não se preocupe com sustos ou coisas assim, são as encaradas na “Morsa” que assombram. A música ajuda muito a dar um toque extra de tensão. Recomendo assistir, pois em seguida vou contar toda a história e você vai ficar mais calmo.

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Jeffrey Dahmer – Serial Killer e Canibal

Nascido em Milwaukee, Wisconsin, em 1960, Jeffrey Dahmer mostrou um comportamento preocupante após a cirurgia realizada em sua infância. Ele cometeu seu primeiro assassinato em 1978 e foi preso várias vezes antes de reivindicar sua segunda vítima, em 1987. Além de matar os homens e adolescentes, ele atraiu-os para casa, mutilou, fotografou e realizou atos sexuais com os cadáveres das vítimas, ele também mantinha “Peças” (Como ele chamava os corpos ou partes do corpo) como lembranças. Dahmer foi capturado em 1991 e condenado a 957 anos de prisão. Ele foi morto por outro prisioneiro, Christopher Scarver, em 1994.

Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo.

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Museu da morte em Palermo, Italia

Catacumbas dos Capuchinhos de Palermo, na Sicília (Itália) acolhe um dos museus mais emocionantes e originais do mundo. Essas catacumbas “guardam” os restos de mais de oito mil mortos, a maioria da elite local , o clero, a nobreza e os representantes das várias profissões. Esta é uma das mais famosas exposições de múmias.

As catacumbas existem desde 1599 quando foi enterrado um monge com reputação de santo para ser orado e visitado, o irmão Silvestro de Gubbio. No final do século XVI, O número de habitantes do mosteiro capuchinho cresceu consideravelmente, e com ele a necessidade de um cemitério decente e espaçoso para os monges. Para isso, foi adaptado um tipo de cripta sob a igreja do mosteiro. Leia Mais