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Teorias da conspiração absurdas, mas que se mostraram reais

Todo mundo gosta de uma teoria da conspiração. Elas são misteriosas, dão a sensação de que algo muito perigoso e muito secreto está acontecendo em todos os lugares. Tira da vida o acaso, substituindo-o por uma trama complexa de acontecimentos programados. O problema é que a maioria das teorias ficam aí, na teoria. Ninguém prova, quem tenta provar costuma ser tachado de louco (ou bobo) e ficamos por aí mesmo. Mas e as conspirações comprovadas? Elas existem e deixam uma sensação dúbia: ao mesmo tempo em que é legal ver que a realidade tem dessas coisas, é estarrecedor constatar que por trás do mistério quase sempre repousa uma história triste (e real) de covardia, exploração e sordidez.

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O Horror em Amityville em fotos detalhadas

“No que me diz respeito, se eu não matasse minha família, eles iriam me matar. E, no que me diz respeito, o que eu fiz foi autodefesa e não havia nada de errado com isso. Quando Tenho uma arma na mão, não há dúvida em minha mente que eu sou. Eu sou Deus. ” – Ronald Defeo Jr.

Você provavelmente já ouviu a palavra “Amityville”, certo? Seja em filmes como “Horror em Amityville”, “Invocação do Mal 2” ou séries como “American Horror Story”, a cultura Pop voltada pro Horror está repleta de referencias a macabra residencia.

Aqui no Lendas na Internet temos um post fantástico sobre o caso do massacre dos Defeo e as lendas posteriores que se desenvolveram a partir do crime.

Os fatos ocorridos na bizarra noite de 13 de Novembro de 1974 na casa da infeliz família ecoa por décadas, com muitas lendas, fatos estranhos e muitas perguntas.

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Jeffrey Dahmer – Serial Killer e Canibal

Nascido em Milwaukee, Wisconsin, em 1960, Jeffrey Dahmer mostrou um comportamento preocupante após a cirurgia realizada em sua infância. Ele cometeu seu primeiro assassinato em 1978 e foi preso várias vezes antes de reivindicar sua segunda vítima, em 1987. Além de matar os homens e adolescentes, ele atraiu-os para casa, mutilou, fotografou e realizou atos sexuais com os cadáveres das vítimas, ele também mantinha “Peças” (Como ele chamava os corpos ou partes do corpo) como lembranças. Dahmer foi capturado em 1991 e condenado a 957 anos de prisão. Ele foi morto por outro prisioneiro, Christopher Scarver, em 1994.

Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo.

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O surrealismo de Suzzan Blac

Suzzan Blac é, segundo ela, uma artista surrealista que expressa suas emoções e sentimentos por meio de pinturas a óleo. Tudo o que ela cria é fruto de seus próprios pensamentos e imaginação. Ela acredita que sua arte é a essência pura de uma visualização pessoal em que pode evocar imagens que normalmente não se vê.
“Através dessa arte, pode-se observar os pensamentos mais íntimos de outro ser humano sem se sentir intruso, e nos dá capacidade de se conectar, identificar e reagir a essa visão universal. Eu tenho muito a dizer e digo tudo nas pinturas. Para mim a pintura é um meio instantâneo e poderoso que desafia as mentes e reverbera através da história.”

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Museu da morte em Palermo, Italia

Catacumbas dos Capuchinhos de Palermo, na Sicília (Itália) acolhe um dos museus mais emocionantes e originais do mundo. Essas catacumbas “guardam” os restos de mais de oito mil mortos, a maioria da elite local , o clero, a nobreza e os representantes das várias profissões. Esta é uma das mais famosas exposições de múmias.

As catacumbas existem desde 1599 quando foi enterrado um monge com reputação de santo para ser orado e visitado, o irmão Silvestro de Gubbio. No final do século XVI, O número de habitantes do mosteiro capuchinho cresceu consideravelmente, e com ele a necessidade de um cemitério decente e espaçoso para os monges. Para isso, foi adaptado um tipo de cripta sob a igreja do mosteiro. Leia Mais

9 histórias horripilantes sobre hospícios

Os hospícios são locais onde hospedam pessoas com transtornos mentais para fazerem tratamentos . Esses lugares, também conhecidos como manicômios, são clínicas especialistas em tratamentos de doenças mentais. Data-se que desde 1848 até o início do século 20 instrumentos como camisas-de-forças e quartos-fortes ou “prisões-acolchoadas”, choques elétricos, operações no cérebro, e outros tipos de torturas eram utilizadas para controlar os pacientes.

Geralmente esses lugares estão cheios de histórias terríveis e são temidos por muitas pessoas. Existem relatos de doentes mentais que acabaram morrendo dentro dessas clínicas sem se quer os familiares serem notificados.

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