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7 modificações corporais de culturas ao redor do mundo que são bizarras

Os hábitos culturais de um povo definem seu jeito de agir, pensar e interagir com a sociedade e o ambiente ao seu redor. Além disso, é natural que vestimentas, adornos corporais ou estilo pessoal também sejam completamente definidos por valores gerados desses hábitos.

No caso de alguns povos específicos, os hábitos podem ser considerados estranhos ou bizarros para quem vem de culturas como a nossa, de uma linhagem ocidental com origens europeias. Para tribos que se apegam a raízes mais primitivas, alterar o corpo pode dizer muito sobre condição social ou papel dentro de um grupo.

Conheça alguns dos métodos de modificação corporal completamente comuns para certos povos que podem parecer chocantes para você.

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O Massacre de Jonestown – O Maior suicídio em massa

O Massacre de Jonestown ocorrido em 18 de Novembro de 1978, onde quase mil membros (algumas fontes dizem que foram 909, outras dizem que foram 918) do Tempo do Povo sucumbiram ao suicídio por envenenamento no local onde eles acreditavam ser a “terra prometida”, Jonestown. É considerado o maior suicídio em massa da história, conduzido pelo líder religioso, e fundado do Templo do Povo, Jim Jones. O massacre de Jonestown também continua a ser a única vez na história em que um congressista dos EUA foi morto no cumprimento do dever. Conheça toda a história logo abaixo. Leia Mais

Edifício Joelma e o caso das treze almas

“Há quase trinta anos um incêndio parou São Paulo. Era sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974, e aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo – Brasil.

Por volta das 08:50 horas um funcionário ouviu um ruído de vidro rompendo, proveniente de um dos escritórios do 12º andar. Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando. Foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia; mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede. As cortinas se incendiaram e o incêndio começou a se propagar pelas placas combustíveis do forro. Correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça. Subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor. A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio. Foram feitas várias corridas de elevadores até que a atmosfera permitisse, salvando muitas pessoas; porém uma ascensorista na tentativa de salvar mais vidas, após as condições ficarem muito ruins, morreu no 20º andar

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